Fear death

The animal peers over the brim of time.
In a supple arch, its paw searches
The visionary lake.
I jeer it off,
The beastly thing won’t have its way,
Not on my watch.

And I know the virgin thinks it tamed,
But I won’t heed her silly call.
The ghostly love within her soul
Will have us eaten after all.

So I keep it eerie, dry and in control
And strangely, it’s what I’ve come to fear the most.

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